Método DeRose Braga

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terça-feira, 23 de Fevereiro de 2010

1960 - Comecei a leccionar

"Estava com 16 anos de idade quando comecei a dar classes de Yôga. Nem imaginava a encrenca em que me estava metendo. Estávamos em meados do século passado! As pessoas aqui no Brasil não tinham cultura e, consequentemente, não sabiam o que era o Yôga. Minha mãe, muito católica, pensava tratar-se de alguma religião ou seita; e o meu pai não se convencia de que era uma profissão bem remunerada, digna e promissora – melhor que a dele!
Não era só isso. Por aquela época, todos achavam que para ser um professor de Yôga era preciso ter cabelos brancos e eu era um simples adolescente. Comecei mal. Sem idade, sem padrinho e sem dinheiro eu estava dando o primeiro passo para que as pessoas não acreditassem em mim.
Contudo, o impulso para dedicar-se de corpo e alma ao Yôga era mais forte que eu. O Yôga fervilhava nas minhas veias. Quando lia nos livros algum conceito, aquilo me era tão familiar que parecia não estar sendo assimilado pela primeira vez e sim apenas recordado. Quando aprendia algum termo sânscrito, ele me era perfeitamente íntimo, a pronúncia fluía como se fosse a minha própria língua e bastava lê-lo ou escutá-lo uma única vez para não o esquecer nunca mais. Quando executava alguma nova técnica, sentia uma facilidade tão grande que era como se sempre tivesse praticado. Isso, para não mencionar os tantos procedimentos, conceitos e termos que eu já havia instruído antes de ler o primeiro livro de Yôga e que foram confirmados nos estudos posteriores.
Assim, superei todos os obstáculos e prossegui dedicando-me ao Yôga. Na época, eu era estudante, mas dava um jeito e só estudava os livros de Yôga durante o período escolar. Fora dele, lia mais ainda e praticava o tempo todo. Um dia, recebi o convite para começar a dar classes gratuitamente em uma ordem filosófica. Isso desencadeou minha grande vocação. Aí, começou um novo tipo de problemas, bem maiores do que os que eu enfrentava em casa, com a incompreensão dos pais.
Os alunos de Yôga, naquele tempo, eram pessoas de mais de cinquenta anos de idade. Eu com dezasseis, certamente não convencia muita gente. Alguns ficavam cativados pela profundidade das técnicas que eu ensinava e pela seriedade    que sempre marcou minhas atitudes. Esses extrapolavam a meu favor, declarando que eu devia ser a reencarnação de algum Mestre hindu. Mas constituíam uma minoria. Os outros diziam que esperavam um professor mais velho e me aplicavam interrogatórios para Gestapo nenhuma botar defeito – sobre que tipo de Yôga era aquele, sobre as minhas fontes, se eu tinha ido à índia, se eu me lembrava das vidas passadas etc.
Com isso fui ganhando mansos admiradores por um lado e ferozes críticos por outro. Os admiradores declaravam que um jovem daquela idade já saber tanto era sinal de inequívoco de que não estava começando o Yôga pela primeira vez nesta encarnação. Afirmavam que o fato de eu não estar levando uma vida leviana, não fumar, não beber e não me entregar às loucuras normais da idade, mas ser tão austero era, no mínimo, elogiável.
O outro time censurava com um azedume cujo motivo eu não compreendia. Dizia que eu era muito jovem e que deveria estar apreendendo e não ensinando naquela idade. Que eu estava sendo muito orgulhoso ao posar de professor. Quem eu pensava que era?
Nessa poça idade já comecei a observar que os que defendem fazem-no sem agressividade e não aparecem, mas os que atacam, agem com virulência e todos os escutam.
No entanto, ainda tinham alguns anos de estudo escolar pela frente e, depois o serviço militar que eu queria prestar. Então, não dei muita importância às críticas. Prossegui lendo e praticando o máximo de tempo, até que cheguei à programação diária de 7 horas de leituras, 7 horas de práticas e 7 horas de sono. As outras três horas diárias para completar 24 h eram para as refeições. Isso, naquela idade, teve um efeito bombástico na minha aceleração evolutiva. Em pouco tempo, eu estava experimentando estados de consciência expandida e dos 16 aos 18 já havia escrito vários livros. Infelizmente, não tinham nenhum interesse para o público, a não ser um deles que mais tarde foi ampliado e publicado com o título Prontuário de SwáSthya Yôga. Ah! E um outro que só chegou a ser publicado mais de quarenta anos depois, em 2005, com o título Sútras – Máximas de lucidez e êxtase."

Quando é preciso ser forte, edições Afrontamento, DeRose

Esta semana aproveite para ler ou reler este livro e conhecer um pouco mais da obra e do percurso do educador e filósofo DeRose.


50 Anos de Ensino


segunda-feira, 22 de Fevereiro de 2010

Prática com DeRose

Participa neste fantástico evento onde além do Dia do Yôga comemoramos os 50 anos de magistério do Mestre DeRose.
Já faltam poucos dias e as vagas são limitadas.
É uma oportunidade única de fazer uma prática com o próprio codificador do Yôga Antigo.

sexta-feira, 19 de Fevereiro de 2010

Aula Comemorativa com DeRose

Dia do Yôga

quarta-feira, 10 de Fevereiro de 2010

Trabalhe o corpo para combater a crise

terça-feira, 9 de Fevereiro de 2010

Na próxima semana temos entrega de Pin's!

Portar ao peito o distintivo da nossa instituição com a cor do seu grau ou cargo é motivo de orgulho e constitui um mérito conquistado que temos a satisfação de exibir sempre, dentro e fora das nossas escolas ou dos nossos eventos.
Somente a nossa entidade conta com essa insígnia que sinaliza qual é a modalidade de Yôga e em que nível de adiantamento encontra-se o praticante ou o instrutor.
Seu pin é o diferencial que, em qualquer ambiente da sua vida social, cultural, académica, profissional, familiar, política, desportiva ou empresarial define que você é DeRose, que professa um life style, uma proposta de vida mais refinada, culta e sofisticada. Seu pin é um indicativo à sociedade de que você é uma pessoa séria, honesta, e descomplicada, de bons hábitos, que não fuma, não toma bebidas alcoólicas, não come carnes e não usa drogas.
Orgulhe-se do seu distintivo! Porte-o com qualquer roupa, até as mais formais. Porte-o orgulhosamente em solenidades, passeios, praia, viagens, cursos técnicos, faculdade, escritório etc. 

graus e distintivos


alunos:

sádhaka - pin amarelo
yôgin - pin laranja
chêla - pin vermelho

intermediário:

graduado - pin lilás

instrutor:

assistente - pin azul claro
docente - pin azul escuro
mestre - pin violeta
segunda-feira, 8 de Fevereiro de 2010

Praticantes do Método DeRose!


A fim de preparar-se para dar o máximo no show da Beyoncé, a guitarrista e diretora musical Bibi McGill, foi afinar seu instrumento corporal na Unidade Vila Mariana, em São Paulo. Deu no que deu: um grande espetáculo de força, poder e energia, muito brilho e muito carisma. Parabéns a ela e aos instrutores que lhe transmitiram nossa técnicas revolucionárias de autossuperação.

Mestre,
Esta notícia saiu a pouco aqui.
GAÚCHO, PRATICANTE DO MÉTODO DEROSE, É CAMPEÃO EUROPEU DE JIU JITSU.
O gaúcho Antonio Antonioli, 24 anos, praticante do método DeRose, foi campeão europeu de Jiu Jitsu em Lisboa, Portugal. O evento, que ocorreu nos dias 30 e 31 de janeiro, contou com a participação de 1500 atletas, de todo o mundo. Na categoria Super Pesado (até 100 quilos), Antonioli foi campeão, vencendo na semi final um atleta italiano e na grande final o francês Maxime Fontaine.
O gaúcho, que é formado em engenharia de produção, abriu mão da profissão para se dedicar integralmente ao esporte.
“Estou muito feliz por trazer este título para o nosso estado, com esta conquista o Jiu Jitsu gaúcho ganha ainda mais destaque no cenário mundial.”
Em março Antonioli disputará a seletiva para o Abu Dhabi Pro em Gramado, que classificará os campeões para a World Professional Cup em Abu Dhabi, Emirados Árabes. E, em abril, vai para o Campeonato Pan Americano nos Estados Unidos.
O atleta conta com o apoio do Centro FG, Método DeRose, Restaurante Sharin, SG Own System, Top Fitness, CAF Fisioterapia. No entanto, o atleta segue sem patrocinador.
Principais Títulos do atleta:
Campeão Pan Americano 2008
Campeão Brasileiro 2006
Vice Campeão Mundial 2008
Pódio doEuropeu de Jiu Jitsu
Fabiano Gomes, Porto Alegre.
terça-feira, 2 de Fevereiro de 2010

Conversas e Chocolate Quente - Invictus

  

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