Método DeRose Braga
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sexta-feira, 18 de Dezembro de 2009
Feliz Natal, Boas Festas de Hannukah e Feliz Ano Novo Islâmico de 1431
Aceite meus votos de Feliz Natal Cristão, Boas Festas de Hannukah Judaico e Feliz Ano Novo Islâmico.
Tenhamos um novo ciclo de pleno de diálogo, compreensão e generosidade. Shanti, Shalom, Salaam. Pax, Paz, Peace, Pace, Paco, Paix, Frieden, Vrede, Fred, Мир (Mir), Ειρήνη (Eirene), Heiwa.
Que todos os povos, todas as etnias, todas as religiões possam se abraçar e congraçar-se.
Que todas as modalidades de Yôga, Yóga, Yoga e ioga possam deixar de lado suas diferenças e praticar a verdadeira União.
Possamos todos respeitar os outros seres humanos e suas culturas, possamos respeitar os seres angelicais de quatro patinhas, possamos respeitar o planeta que nos acolhe e a todos retribuir da forma mais carinhosa.
Para trazer felicidade, a muita gente basta um abraço, para muitos anjinhos peludos basta um afago e para o planeta basta um pouco mais de consciência.
Para mim, peço apenas a sua amizade sincera, um abraço apertado e sua presença sempre que possível.
quarta-feira, 9 de Dezembro de 2009
Sat chakra de Natal :: 16 de Dezembro às 21h15
Sat chakra é sempre uma prática especial, e no Natal mais ainda!
Na próxima quarta-feira, 16 de Dezembro teremos o último sat chakra do ano com muita festa e animação.
Aqui ficam algumas fotos do Sat chakra de natal de 2008.
segunda-feira, 7 de Dezembro de 2009
Uma cultura, uma proposta
A sua cultura promove um indivíduo mais lúcido, mais consciente, mais interventivo na sociedade. É isso?
A proposta é essa. A proposta é que através de um conjunto de técnicas e um conjunto de conceitos nós possamos levar a pessoa comum a um estado de consciência expandida. Se isso vai ser obtido ou não, vai depender de uma constelação de factores. Entre eles, a própria genética do indivíduo. Quanto à parte controlável, vai depender da dedicação, do investimento de tempo na prática dessa filosofia e também do ambiente onde a pessoa vive. Porque vai depender muito da bagagem cultural que ela traz, da profissão que ela exerce, da idade com a qual começou.
É possível esculpir um indivíduo diferente, mais interventivo na sociedade?
Cada indivíduo é uma realidade distinta. As próprias técnicas, por exemplo, de oxigenação cerebral, vão reagir diferentemente de um indivíduo para o outro.
Mas o senhor tem uma intenção, tem um destino que quer cumprir no esculpir desse indivíduo?
Sim. A meta que nós queremos alcançar é conceder a essa pessoa um estado de hiperconsciência, um estado de megalucidez. Que, na verdade, é a direção na qual a humanidade está caminhando.
Excerto da entrevista a DeRose pelo jornalista António Mateus
sexta-feira, 4 de Dezembro de 2009
Algumas Fotos da Gala DeRose 09
quarta-feira, 2 de Dezembro de 2009
Não diga Yôga diga Método DeRose
A linguagem foi criada para conseguir a boa comunicação entre os seres humanos. A partir do momento em que ela não sirva para essa comunicação ou, até mesmo, cause mal entendidos, tal linguagem precisa ser repensada.
Quando nós expressamos o vocábulo "Yôga", o interlocutor já começa a embaralhar "o Yôga" com "a Yôga". Dali a pouco ele já descamba para "a ióga". Com o nome da coisa, já começam as discrepâncias. (Explicação: é que há muitos instrutores que o pronunciam de diferentes formas e que o interpretam de maneiras divergentes.) O debatedor questiona o gênero da palavra, a pronúncia e a escrita. Como se isso já não fosse confusão suficiente, na sequência passa a associar o que fazemos com algo completamente diferente e até mesmo antagônico àquilo sobre o que estamos querendo explanar. (Explicação: existem 108 tipos de Yôga que são diferentes entre si.)
"Não, meu querido, não precisa de paciência, não, para praticar", diz você cheio de tolerância, e tem que ouvir: "Como que não? Todo o mundo sabe que a ióga é muito parada..." (Explicação: há algumas modalidades que são realmente paradas.)
"Não, companheiro, não é para tua namorada, não, é a ti que eu estou convidando", insiste você já com menos paciência, e amarga a resposta: "Ah!
Não. A ióga é para mulher." (Explicação: embora na Índia o Yôga seja uma arte de cavalheiros, no Ocidente, a partir da década de 1960, foi muito difundido para senhoras.)
"Não, meu anjo, não é para idosos, não, é para gente jovem", diz você disfarçando como pode a irritação que quer explodir num berro de desabafo,
e é obrigado a escutar: "Quando eu ficar mais velho e não puder mais fazer esportes de homem, aí, quem sabe?" (Explicação: de fato, o Yôga é para gente jovem, mas alguns ensinantes se especializaram em recursos inspirados no Yôga para aplicar à terceira idade.)
"Não, cara, não é terapia coisíssima nenhuma, é para gente saudável", diz você visivelmente abalado, e mal consegue deixar que o interlocutor termine a frase: "Como que não, se os professores de ióga divulgam os benefícios para a saúde e alguns até enumeram as doenças que ela cura?" (Explicação: alguns profissionais exploram a eficácia das técnicas, direcionando-as para atenuar problemas de saúde.)
"Não, seu pafúncio, não é uma seita, não, é para pessoas lúcidas e de bom-senso", diz você já querendo saltar sobre a jugular do outro, e indigna-se ao ouvir: "Como que não é, se eu vejo sempre na televisão e no cinema pessoas que dizem professar a ióga, com roupas exóticas, cantando Harê Krishna; e outras com atitude mística, colocar as mãos em prece e se inclinar para a frente ao mesmo tempo que pronunciam 'adamastêr'?" (Explicação: de fato, há vertentes que se consideram religião, como é o caso do Harê Krishna e outras.)
É... essa palavra mágica que produz tanto malentendido não pode mais ser utilizada para a comunicação com quem não for estudioso da mesma modalidade. Por isso, internamente, prosseguiremos utilizando o termo Yôga, mas para fora, para comunicarmo-nos com amigos, familiares, colegas do escritório, da faculdade, do ginásio, imprensa, conhecidos e desconhecidos, não vamos mais utilizar esse termo.
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