Método DeRose Braga

Consulte, participe, comente, visite-nos, seja activo, no blog, no nosso site: www.yogabraga.com e na nossa escola.



sexta-feira, 30 de Outubro de 2009

Transgressão e Transcendência

Um dos mais eficientes dispositivos psicológicos do Tantra é a prática da transgressão. Como a vida é naturalmente eivada de restrições que estabelecem limites e mais limites, acumulativamente, desde os primeiros meses de idade e pela vida afora, permitir-se transgredir algumas normas tem um poderoso efeito de catarse, bastante utilizado em psicoterapia.

Evidentemente, vivendo em sociedade não podemos suprimir as normas, leis e regulamentos. Contudo, as restrições sucessivas e compulsórias terminam por gerar efeitos colaterais nem sempre desejáveis. Nesses casos, transgredir algumas normas pode ter efeito terapêutico ou profilático para evitar certos problemas emocionais, às vezes bem graves, que custariam caro se chegassem a requerer assistência de um terapeuta.

Se você comprime energia, ela se torna perigosa e tende a explodir. Coloque um pouco de pólvora sobre uma superfície e ponha fogo: ela fará puff e provavelmente não machucará ninguém. Mas se colocar essa mesma quantidade de pólvora dentro de uma cápsula de metal e obliterar a saída dos gases com uma tampa de chumbo, ao ser detonado o explosivo fará bang e poderá matar alguém.

Quando as repressões ultrapassam o limite de resistência de uma pessoa, ela explode. Essa explosão pode ser para o lado do corpo, na forma da somatização de alguma enfermidade física (autodestruição); ou pode ser para o lado do psiquismo, elaborando intrincadas estruturas de comportamento anti-social (heterodestruição). É aí que surgem os criminosos comuns e, em casos mais complexos, os psicopatas.

Não temos a pretensão de afirmar que a técnica da transgressão possa evitar todos os casos de criminalidade ou psicopatologia, mas seguramente atenuaria um bom número de quadros.

Quando alguém pisa o pé de um brahmácharya típico, ele nem pisca, não contrai um músculo e não reclama. Ele pensa: “Esse meu irmãozinho não fez de propósito e não percebe que está me machucando. Mas eu faço Yôga, portanto, sou controlado e não vou reclamar. Ele vai acabar percebendo que está me pisando e sairá de cima do meu pé. ... É, mas ele não está percebendo. E continua doendo. Coitado, não está fazendo por mal. O que é que eu vou fazer? Devo evitar um constrangimento. Não, não vou reclamar. Eu agüento! ... Por outro lado, francamente, será que esse imbecil não vê que está me pisando?” E, finalmente, quando toma uma atitude, a reação costuma ser mais agressiva e até neurótica.

Quando alguém pisa o pé de um tântrico autêntico, ele diz imediatamente: “Opa! Cuidado que o de baixo é meu!”. Os dois sorriem e dali pode surgir uma boa amizade. Como não houve repressão, não ocorre a explosão, nem para dentro, nem para fora. A energia emocional escoa naturalmente.

Sendo o Tantra uma filosofia libertária, elaborou há muitos séculos um recurso que consiste em, conscientemente, sob o controle de um especialista, arquitetar circunstâncias inócuas em que normas sociais possam ser transgredidas sem prejuízo de ninguém e sem que isso caracterize uma ação ilegal. Estamos falando da linha branca, é claro. A linha negra aproveitou o pretexto para adotar atitudes socialmente escandalosas ou ilegais, mas esse procedimento não é endossado pela nossa tradição.

Se não devemos descumprir as leis jurídicas, de que adianta a prática da transgressão? Adianta, e muito, por exemplo, quando um subordinado enche a boca e diz um sonoro não ao chefinho intransigente; ou quando o jovem, que teve de seguir ordens e restrições dos pais a vida inteira, reage e toma uma atitude revolucionária em relação aos costumes da família; ou quando alguém abandona a faculdade que não lhe trazia satisfação pessoal, ou troca de carreira profissional; ou ainda quando se adota uma moral diferente da que é praticada pela sociedade onde se vive. O Tantra é, por excelência, a arte de assumir uma moral distinta da utilizada pela maioria. O seguidor do Tantra Negro é uma ovelha negra, mas o adepto do Tantra Branco não é sequer uma ovelha!

Tornar-se vegetariano é um bom exemplo de contestação por uma boa causa. Além de não prejudicar ninguém, nem ser ilegal, essa transgressão alimentar ainda beneficia a saúde e conta com um louvável componente ético.

Texto do Educador DeRose
quarta-feira, 28 de Outubro de 2009

Ashtánga yantra

Os praticantes do Método DeRose carregam uma medalha no pescoço que emociona os que a vêem pela sua superlativa beleza, harmonia, sensibilidade e força. Uma verdadeira obra de arte,


Essa medalha, cunhada em forma antiga, representa de um lado o ÔM em alto-relevo, circundado por outras inscrições sânscritas. Sendo objectivo da nossa linhagem perpetuar a autenticidade do Yôga Ancestral, assumimos um desenho do yantra ÔM reproduzido fotograficamente de um texto antigo encontrado em Rishikesh, nos Himalayas. Nenhum desenhista ocidental tocou nesse símbolo. Ele mantém-se original como a orientação do nosso Método.


Ashta quer dizer oito; anga significa parte. Então, ashtánga yantra é o símbolo em oito partes, representando as oito técnicas da prática (mudrá, pújá, mantra, pránáyáma, kriyá, ásana, yôganidrá, samyama), uma das características do nosso Método.

Para a filosofia Sámkhya, que é a fundamentação teórica da nossa cultura, tudo tem características de tamas, rajas ou sattwa. Tamas (inércia) é simbolizado por um traço horizontal que representa o homem deitado; rajas (movimento), por um traço vertical que representa o homem em pé; sattwa (estabilidade), representado pelos dois símbolos combinados: + .

Se unirmos as pontas ao sinal acima, teremos um quadrado. O quadrado é a pedra bruta e representa o homem embrutecido, ainda materialista por ignorância, por desconhecimento do universo interior que está por descortinar.

O triângulo é a pedra angular e representa o homem que começou a sua caminhada através do espiritualismo.

O círculo é a pedra filosofal e representa o homem já evoluído, sem arestas, que conquistou o Conhecimento e o Poder. Por isso, não precisa mais das ferramentas, agora para ele obsoletas e até mesmo grosseiras que o espiritualismo proporciona. Tudo isso lhe foi útil numa etapa, mas agora encontra-se muito além. É como subir os degraus de uma escadaria. Cada degrau pode ter sido extremamente necessário para se galgar os seguintes, mas para continuar a subir é necessário desapegar-se dos já trilhados e prosseguir para os subsequentes.

Para o desenvolvimento comum é assim que se evolui: primeiro, o quaternário, depois, o triângulo e, só então o círculo. Contudo, há meios de acelerar a evolução, obtendo um progresso de um milhão de anos em uma década. Consiste na sublimação da fase espiritualista, convertendo o quadrado directamente no círculo.

Sublimação é o fenómeno que nos permite passar de um estado mais denso para outro mais sutil, sem passar pelo intermediário. Por exemplo, podemos ter água em estado sólido, líquido ou gasoso. Em estado sólido é gelo, em estado gasoso é vapor d'água. Se deixarmos um bloco de gelo sem refrigeração, a tendência é que ele derreta, passando ao estado líquido e, em seguida, comece evaporar, passando ao gasoso. Isso, na Física, chama-se sublimação. No nosso caso, a sublimação consiste em passar directamente do estado grosseiro, representado pelo quadrado, ao de pessoa lúcida e sensível, representada pelo círculo, sem passar pelo estado hipnótico do misticismo, representado pelo triângulo.

Simbolicamente isso é obtido através do dinamismo (rajas) imposto ao símbolo de tamas (inércia) e transmutando-o num signo giratório, o círculo. Para quem sabe ler o alfabeto de simbologia, isso é feito traçando-se linhas de força normal entre os ângulos do quadrado e, depois, recruzando-os. É o mesmo que tomar o quadrado e fazê-lo girar. Isso está representado no círculo central do ashtánga yantra. Trata-se da roda do samsára, o círculo com oito raios, também chamado de roda da evolução.

Como qualquer yantra, o ashtánga pode ser utilizado também para a sua prática de concentração ou meditação.
segunda-feira, 26 de Outubro de 2009

Actividades da semana - 26/10 a 30/10

Sexta às 19h – Curso Básico: A árvore do Yôga
Sábado às 11h – Super ashtánga sádhana


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quarta-feira, 21 de Outubro de 2009

Cronologia Histórica do Yôga

Esta sexta-feira, dia 23, pelas 19h, haverá aula do Curso Básico. Desta vez o tema será Cronologia História do Yôga e falaremos sobre:
- os dois grandes grupos, Yôga antigo e Yôga Moderno;
- o Yôga Pré-Clássico, Clássico, Medieval e Contemporâneo;
- as grandes revoluções na história do Yôga;
- os Mestres de cada período;
- a literatura autorizada (os Shástras);
- a necessidade de identificar o tipo de Yôga;
- a importância de não misturar correntes;
- o respeito ao território filosófico e energético de cada linha;

"Nosso foco deve ser o Yôga, portanto, invista 99% do seu tempo nele. Nosso Yôga é de raízes Sámkhyas, então dedique 0,9% do seu tempo nele. A literatura moderna de Yôga é muito influenciada pelo Vêdánta, logo, aplique 0,1% do seu tempo para ter uma noção deste último." Tratado de Yôga, DeRose


O Curso Básico é o a aula teórica. É importante participar para que possa compreender o alcance dos ensinamentos que recebe na prática!

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terça-feira, 20 de Outubro de 2009

Gala DeRose '09 - Ordem do Mérito das Índias Orientais

“Em nome da Ordem do Mérito das Índias Orientais, o filósofo e escritor DeRose vai conferir, em Novembro, o Voto de Louvor ao pintor português Júlio Resende.


A cerimónia terá lugar dia 14. Na véspera, sexta-feira dia 13, DeRose presidirá, no mesmo local, ao lançamento formal de um DVD com uma entrevista sobre a cultura que promove quase há cinco décadas e de um livro sobre este mesmo percurso.
DeRose é autor de dezenas de livros que já venderam em todo o Mundo mais de um milhão de cópias e desloca-se a Portugal de 13 a 16 de Novembro.”
António Mateus, jornalista e praticante do Método DeRose

Para mais informações fale com o seu instrutor.






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segunda-feira, 19 de Outubro de 2009

Actividades da semana - 19/10 a 25/10

Quarta-feira às 21h15 – Sat chakra com passagem de grau.
Sexta às 19h – Aula sobre Cronologia Histórica do Yôga
Sábado às 11h – Ashtánga sádhana com ênfase em ásana

Método DeRose é outra coisa!

O Método DeRose é uma proposta de life style coaching com ênfase em boa qualidade de vida,
boas maneiras, boas relações humanas, boa cultura, boa alimentação e boa forma. Algumas das nossas ferramentas são a reeducação respiratória, a administração do stress, as técnicas orgânicas que melhoram o tônus muscular e a flexibilidade, procedimentos para o aprimoramento da descontração e da concentração mental. Tudo isso, em última instância, visando à expansão da lucidez e ao autoconhecimento.


quinta-feira, 15 de Outubro de 2009

Treino de ásanas musculares, sexta às 19h

Tapas
· A oitava norma ética do Yôga é tapas, auto-superação.
· O yôgin deve observar constantemente esforço sobre si mesmo em todos os momentos.
· Esse esforço de auto-superação consiste numa atenção constante no sentido de fazer-se melhor a cada dia e aplica-se a todas as circunstâncias.
· O cultivo da humildade e o da polidez constituem demonstração de tapas.
· Manter a disciplina da prática diária de Yôga é uma manifestação desta norma. Preservar-se de uma alimentação incompatível com o Yôga faz parte do tapas. Conter o impulso de expressar comentários maldosos sobre terceiros também é compreendido como correcta interpretação dessa observância.
· A seriedade de não mesclar com o Yôga sistemas, artes ou filosofias que o conhecimento do seu Mestre desaconselhar, é tapas.
· A austeridade de manter fidelidade e lealdade ao seu Mestre constitui a mais nobre expressão de tapas.
· Tapas é, ainda, a disciplina que respalda o cumprimento das demais normas éticas.

Preceito moderador: A observância de tapas não deve induzir ao fanatismo nem à repressão e muito menos, a qualquer tipo de mortificação.

Tratado de Yôga, DeRose

Esta sexta às 19h vamos praticar Tapas!
Sempre que praticar um ásana de força, quando achar que chegou ao seu limite de permanência, continue mais um pouco, desafie-se, autosupere-se! Em pouco tempo estará a executar a técnica com mais facilidade. E assim, ao testar a sua capacidade de superação, fortalece não só o seu corpo físico, mas também o mental e emocional.

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quarta-feira, 14 de Outubro de 2009

Gostar do que se faz

Queridos alunos,
Esta semana deixo-vos um texto do Antropólogo Luiz Almeida Marins Filho para ler e comentar!
Tenho visto, com certa preocupação, pessoas que sentem-se "desiludidas" com o trabalho, achando-se "injustiçadas" e "desmotivadas" e tendo uma atitude de fazer cada vez menos, dedicar-se cada vez menos, economizar-se cada vez mais. Isso tem criado um círculo vicioso muito perigoso. Quanto menos essas pessoas se dedicam e se comprometem, mais ficam à mercê de serem demitidas ou substituídas.
É preciso repensar o trabalho. Trabalho não é castigo. Passamos no trabalho, as oito melhores horas de cada dia e os 35 melhores anos de nossa vida, no mínimo. Temos que transformar as horas de trabalho em horas de crescimento, de desenvolvimento, de satisfação, de alegria. Uma atitude negativa em relação ao trabalho é a própria morte em vida.
Há pessoas que têm a ilusão de que elas devem fazer só o que gostam. Isso, me perdoem, não existe. É preciso gostar do que se faz. Essa idéia ingênua de fazer só o que se gosta é sonhadora e irreal. Temos que fazer tudo o que pudermos, com nossa inteligência e vontade para gostar do que fazemos. Muitas vezes, isso pode significar transformar o limão em limonada como se diz popularmente. Na idéia ingênua de fazer só o que se gosta, as pessoas ficam eternamente buscando uma coisa que lhes dê ânimo, alegria, satisfação e, é claro, nunca encontram, pois nunca dedicam-se a gostar do que fazem, transformando o que fazem, naquilo que lhe dará prazer, satisfação, crescimento, orgulho, etc.
Ficar "brigando" com o trabalho o tempo todo é uma atitude insana e só nos trará crescentes desilusões. É preciso repensar o trabalho como uma forma de realização pessoal e profissional e que no fundo são a mesma coisa, pois que somos reconhecidos na sociedade pelo que fazemos profissionalmente.
Nesta semana, gostaria que você repensasse suas relações pessoais com o seu trabalho. Será que você não está procurando o impossível? Será que a solução não seria dedicar-se mais, comprometer-se mais, procurando gostar do que faz ao invés de viver atrás do sonho de só fazer o que gosta?
Pense nisso. Boa Semana. Sucesso!
terça-feira, 13 de Outubro de 2009

Pré-Yôga


Pré-Yôga é um desdobramento do SwáSthya heterodoxo que, todavia, conquistou identidade própria. Não deve ser confundido com o Yôga em si.


Pré-Yôga é o estágio preliminar, obrigatório antes de o interessado ter acesso ao Yôga propriamente dito. Deve permanecer no Pré-Yôga o mínimo possível de tempo, a menos que o seu objectivo seja unicamente o de dedicar-se a uma técnica biológica e não queira de maneira nenhuma praticar Yôga. Nesse caso, vai trabalhar exclusivamente o organismo, com efeitos imediatos, intensos e de larga duração. Tem uma proposta descomplicada, sem filosofia, sem compromissos, sem sânscrito.


Algumas vezes, somos procurados por interessados em praticar a nossa técnica e, por uma questão de honestidade, reconhecendo que seus objectivos não serão alcançados com Pré-Yôga, orientamo-los para que experimente natação, musculação, dança, artes marciais, etc. Tudo é válido, dependendo do que a pessoa precisa ou deseja. Da mesma forma, é comum que alguém venha às nossas escolas ou associações filiadas procurando Yôga e esclarecemos que Pré-Yôga satisfará melhor suas expectativas. Ou vice-versa.
Embora pertença à estrutura global do SwáSthya como um Pré-Yôga, ele sozinho não é Yôga. Pré-Yôga não é Yôga uma vez que não se enquadra na definição técnica do Yôga. Lembra-se dela? Yôga é qualquer metodologia estritamente prática que conduza ao samádhi. Ora, se Pré-Yôga não se propõe a conduzir ao samádhi, como de facto não conduz, então, tecnicamente não é Yôga.


O QUE CARACTERIZA E DISTINGUE UM PRÁTICA DE PRÉ-YÔGA


Em relação ao Yôga, as diferenças são inúmeras. Aí vão algumas características de Pré-Yôga:



  1. Pré-Yôga permite a adaptação, bem como a criação de novas técnicas;
  2. por isso mesmo, as técnicas não têm nomes;
  3. evidentemente não se utiliza o sânscrito para coisa alguma;
  4. pratica-se sempre de olhos abertos;
  5. cultivam-se muito mais coreografias e encadeamentos ou passagens de uma técnica para a outra;
  6. não se utilizam, nas coreografias, gestos típicos do Yôga;
  7. a aula não é recitada em monólogo e sim em diálogo, incentivando-se o tempo todo o feed-back do aluno;
  8. a alegria é explorada ao máximo;
  9. a sala é bem iluminada e não precisa estar em silêncio; isso permite que pessoas se movimentem, até mesmo entrem e saiam, ou dirijam-se ao instrutor, sem perturbar a aula;
  10. não há filosofia, compromissos nem ideologias de espécie alguma;

O instrutor deve estimular seus praticantes para progredir e galgar o Yôga, fazendo-os conscientizar-se de que, se estão de tal forma satisfeitos com o Pré-Yôga, hão de gostar muito mais do Yôga em si (SwáSthya), que é infinitamente mais completo. E, ao final do primeiro mês de práticas de Pré-Yôga, o ministrante deve proporcionar-lhes uma sessão de SwáSthya ortodoxo para que percebam bem as diferenças entre um método e outro. Se gostaram do Yôga, deverão ler a bibliografia recomendada e disponível na época, fazer um teste de assimilação e, só então, ser admitidos no Yôga.

Tratado de Yôga - DeRose


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segunda-feira, 12 de Outubro de 2009

Curso de Coreografia com Laura Ferro


Laura Ferro é formada pela Universidade Internacional de Yôga – Argentina (www.uni-yoga.org) e seu Supervisor é o Mestre DeRose.
Foi demonstradora de coreografias de Yôga durante 13 anos, alcançando dentro desta categoria o desempenho mais elevado, denominado nível profissional. Nesse período, apresentou-se em televisão, congressos, festivais e outros eventos no Brasil e na Argentina.
Em 2003, começou um trabalho pioneiro na cidade de Curitiba na área de coreografia, resultando na fundação da Companhia Swásthya de Artes Cênicas (
http://www.ciadeartescenicas.com/), da qual ela é diretora e presidente.
Esta semana também temos:
  • Treino de ásana, sexta às 19h
  • Super ashtánga sádhana, sábado às 11h

quinta-feira, 8 de Outubro de 2009

Educador DeRose no Porto, em Novembro

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quarta-feira, 7 de Outubro de 2009

Actividades da Semana

Esta semana temos imensas actividades que não podes perder!
  • sexta às 19h, Treino de Coreografia
  • sábado às 11h, Super ashtánga sádhana com ênfase em mudrá
  • sábado às 20h, Gourmet Gregário e Festa

O Gourmet conta com a presença de alunos e instrutores de todas as escolas do Norte, seguido de festa, com a presença dos DJs Roberto Silva e Urban Feat.

Menu:
ENTRADA * cogumelos recheados acompanhados de salada verde


PRINCIPAL * veggie lasagna

SOBREMESA * crocante de brigadeiro

Inscreve-te até quinta-feira!



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terça-feira, 6 de Outubro de 2009

Livro do mês: Tratado de Yôga


Esta é a mais completa obra de Yôga, já publicada em todo o mundo, em toda a História do Yôga: contém 58 exercícios respiratórios, 32 mantras, 27 kriyás, 52 exercícios de concentração e meditação, 108 mudrás com as respectivas ilustrações e mais de 2.000 técnicas corporais com fotografia.

quinta-feira, 1 de Outubro de 2009

Super ASHTÁNGA SÁDHANA, 3 de Outubro às 11h

Venha! Embarque e usufrua ao máximo de tudo de bom que a principal ferramenta do Método DeRose pode trazer à sua existência.

Encontre o melhor lugar para desenvolver a sua prática. Crie disponibilidade interior para essa vivência e sintonize. Sinta brotar de suas mãos, através do gesto reflexológico que executa, o acolhimento dessa filosofia milenar. Permita-se a receber, por cada poro do seu corpo, qualidade de vida e bem-estar.

Agora, expanda essa vitalidade e vontade, transmitindo-as ao local que o(a) acolhe, ao grupo com o qual partilha essa experiência, ao instrutor que ministra a prática e a todos os mestres e discípulos que permitiram que os ensinamentos dessa cultura ancestral chegassem até você. Sinta-se grato pelas pessoas que você tem junto de si e pela vivência que experimenta. Seja grato e alegre pela Vida, em si.

Exteriorize essa alegria por meio da vocalização de sons e ultra-sons que visam a desobstruir os meridianos por onde circula a energia vital em seu organismo. Interiorize-se com a vocalização do som universal mais poderoso: ÔM.

Agora, sinta o oxigénio fluir por suas narinas. Estabilize sua respiração com um ritmo coordenado, transformando-a numa dança fluida que percorre cada célula do seu ser, sob a forma de estrelas de energia que potencializam a vitalidade de cada partícula que forma você. Observe, a esta altura, as sutis alterações em sua frequência cardíaca e em seus estados de consciência.

Execute com a devida consciência a purificação das mucosas, percebendo como é possível sentir, de dentro para fora, o trabalho de limpeza que se processa em você.
Que tal? Sente-se bem? Pois isso é só o início.

Trabalhe agora seus corpos físico, mental e emocional através da técnica orgânica. Sinta os vórtices de energia que se interconectam por meio de linhas de força que existem em seu corpo, mentalizando que cada músculo, artéria e tendão são seus cúmplices nos objectivos que o seu corpo se propõe atingir. Após tomar consciência da satisfação proporcionada por cada conquista sua, supere-se, dando o seu melhor (não só no sádhana, mas também e principalmente na vida).
Maravilha!
Agora, descontraia e deixe que o corpo assimile, até na intimidade das suas células, tudo aquilo que, depois de filtrado, pretende guardar consigo.

Por fim, aquiete a sua mente, estabilize a sua consciência, e sinta desabrochar a sua flor de lótus. Uma flor cujas pétalas expandem auto-suficiência, saúde, bem-estar, conforto e satisfação.
Abra os olhos, sorria para a vida e lance as suas pétalas em direcção ao sol.
Boa Viagem!
 SwáSthya!

Texto escrito por Cláudia Dutra – Sádhaka da Unidade Savassi – Belo Horizonte

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