segunda-feira, 27 de Abril de 2009
História da origem da técnica Shiva Natarája Nyása
Certa vez, um monge chamado Bôdhi Dharma recebeu a missão de viajar da Índia até à China para levar o Hinduísmo. Quando estava se preparando para a viagem alguém o lembrou de que, se ele fosse sem escolta militar, simplesmente não chegaria ao destino. Ele precisava transportar dinheiro, tecidos, esculturas e tudo aquilo que os bandidos do deserto desejavam.
O monge considerou que, se levasse uma escolta militar armada com a proposta de matar -o que certamente ocorreria, pois seriam atacados - estaria sendo incongruente com o princípio de ahimsá (não agressão). Por mais que fosse em nome da sua defesa, não aceitou e decidiu ir sem escolta. Porém, logo refletiu melhor: sem a escolta não chegaria na China, pois o matariam no caminho. Melhor não ir. Mas se ele não fosse, estaria se apegando à vida. Que tipo de monge era ele, que tinha medo de morrer? Aquilo se transformou num dilema ao qual estava preso, porque cada vez que chegava a uma conclusão surgia uma contrária.
Conta a tradição que, então, o monge se sentou diante da estátua de Shiva e começou a meditar e jejuar. Ficou ali meditando e meditando, não se sabe por quantos dias, sempre em jejum e olhando fixamente a imagem de Shiva. Num dado momento teve uma visão: a estátua se movia, estava dançando. E no meio de sua dança convidou o monge, que se levantou e foi dançar com Shiva por tempo indefinido. Ao concluir esta esperiência, o monge sentiu-se pronto e soube que estava preparado para empreender a viagem sem escolta militar. Assim foi. Atravessou os desertos e desfiladeiros completamente desarmado.
Naquela época, a chegada de uma caravana era motivo de festa - todos foram recebê-la. Quando viram que não trazia escolta militar, cercaram o monge, ansiosos por saber como havia se defendido no deserto. Ele respondeu que com suas mãos vazias. A frase ficou tão famosa que ninguém mais estava interessado no Hinduísmo, apenas na técnica que o monge havia usado para se defender. Ele identificou a oportunidade e criou uma arte marcial. Mais tarde, quando os chineses invadiram a ilha de Okinawa, os japoneses tomaram a técnica e a aperfeiçoaram, originando uma disciplina denominada mãos vazias: o karatê.
Extraído do livro Coreografias do SwáSthya Yôga, da Professora Anahí Flores
terça-feira, 21 de Abril de 2009
sexta-feira, 17 de Abril de 2009
O Tratado de Yôga é lançado hoje às 18h30 no Espaço LifeStyle, em Lisboa.O Tratado é a mais completa obra de Yôga já publicada, tem 58 exercícios respiratórios, 32 mantras, 27 kriyás, 52 exercícios de concentração e meditação, 108 mudrás e mais de 2.000 técnicas corporais com as respectivas ilustrações.
O Mestre DeRose vai estar em directo no Jornal 2, da RTP, sábado, a partir das 22h00.
quinta-feira, 9 de Abril de 2009
As características naturalistas, não repressoras e sensoriais do Método DeRose são compatíveis com a minha visão da existência. Identifico-me muito com a filosofia. Pratico SwáSthya Yôga há menos de um ano e já sinto melhorias no meu equilíbrio físico e mental. Estou mais organizada e centrada, a minha criatividade, produtividade e satisfação aumentou, conjuntamente com a imagem de confiança e serenidade. É bastante gratificante sentir a expansão da minha consciência e que isso está a afectar positivamente os colegas e amigos com que sociabilizo e nutro empatia." Isabel Silva
Engenheira Têxtil e mãe do Martim Levi de 3 anos
Pratico SwáSthya Yôga, o Método DeRose, há alguns anos. Já são vários, mas não sei precisar porque o tempo do calendário e do relógio é pouco importante quando se fazem coisas com gosto e com muito prazer. Quando entrei a primeira vez no espaço de Braga não sabia bem o que pretendia, mas só a ideia de experimentar algo novo já era boa. Claro que sabia o que procurava: "qualidade de vida", "bem-estar", tudo o que gostamos de ter numa época acelerada, competitiva, individualista, que nos torna a vida bastante difícil. Porém, tudo isso era bastante vago. Só quando inciei a prática é que descobri que estava no caminho certo. Encontrei uma conciliação perfeita entre as técnicas corporais, a beleza dos movimentos coreográficos, as técnicas de respiração, descontracção, meditação... E a juntar a tudo isto encontrei um ambiente maravilhoso - de amizade, paz e alegria - que se vive no espaço e nos momentos da prática. Tornei-me mais feliz, mais tranquilo e com mais energia: qualidade de vida! Fernando Ferreira
Professor da U.M.
segunda-feira, 6 de Abril de 2009

Sê perseverante como o mar que há milénios tenta subir pelas areias.
Mestre DeRose
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