Os praticantes do Método DeRose carregam uma medalha no pescoço que emociona os que a vêem pela sua superlativa beleza, harmonia, sensibilidade e força. Uma verdadeira obra de arte,
Essa medalha, cunhada em forma antiga, representa de um lado o ÔM em alto-relevo, circundado por outras inscrições sânscritas. Sendo objectivo da nossa linhagem perpetuar a autenticidade do Yôga Ancestral, assumimos um desenho do yantra ÔM reproduzido fotograficamente de um texto antigo encontrado em Rishikesh, nos Himalayas. Nenhum desenhista ocidental tocou nesse símbolo. Ele mantém-se original como a orientação do nosso Método.
Para a filosofia Sámkhya, que é a fundamentação teórica da nossa cultura, tudo tem características de tamas, rajas ou sattwa. Tamas (inércia) é simbolizado por um traço horizontal que representa o homem deitado; rajas (movimento), por um traço vertical que representa o homem em pé; sattwa (estabilidade), representado pelos dois símbolos combinados: + .
Se unirmos as pontas ao sinal acima, teremos um quadrado. O quadrado é a pedra bruta e representa o homem embrutecido, ainda materialista por ignorância, por desconhecimento do universo interior que está por descortinar.
O triângulo é a pedra angular e representa o homem que começou a sua caminhada através do espiritualismo.
O círculo é a pedra filosofal e representa o homem já evoluído, sem arestas, que conquistou o Conhecimento e o Poder. Por isso, não precisa mais das ferramentas, agora para ele obsoletas e até mesmo grosseiras que o espiritualismo proporciona. Tudo isso lhe foi útil numa etapa, mas agora encontra-se muito além. É como subir os degraus de uma escadaria. Cada degrau pode ter sido extremamente necessário para se galgar os seguintes, mas para continuar a subir é necessário desapegar-se dos já trilhados e prosseguir para os subsequentes.
Para o desenvolvimento comum é assim que se evolui: primeiro, o quaternário, depois, o triângulo e, só então o círculo. Contudo, há meios de acelerar a evolução, obtendo um progresso de um milhão de anos em uma década. Consiste na sublimação da fase espiritualista, convertendo o quadrado directamente no círculo.
Sublimação é o fenómeno que nos permite passar de um estado mais denso para outro mais sutil, sem passar pelo intermediário. Por exemplo, podemos ter água em estado sólido, líquido ou gasoso. Em estado sólido é gelo, em estado gasoso é vapor d'água. Se deixarmos um bloco de gelo sem refrigeração, a tendência é que ele derreta, passando ao estado líquido e, em seguida, comece evaporar, passando ao gasoso. Isso, na Física, chama-se sublimação. No nosso caso, a sublimação consiste em passar directamente do estado grosseiro, representado pelo quadrado, ao de pessoa lúcida e sensível, representada pelo círculo, sem passar pelo estado hipnótico do misticismo, representado pelo triângulo.
Simbolicamente isso é obtido através do dinamismo (rajas) imposto ao símbolo de tamas (inércia) e transmutando-o num signo giratório, o círculo. Para quem sabe ler o alfabeto de simbologia, isso é feito traçando-se linhas de força normal entre os ângulos do quadrado e, depois, recruzando-os. É o mesmo que tomar o quadrado e fazê-lo girar. Isso está representado no círculo central do ashtánga yantra. Trata-se da roda do samsára, o círculo com oito raios, também chamado de roda da evolução.
Como qualquer yantra, o ashtánga pode ser utilizado também para a sua prática de concentração ou meditação.
Essa medalha, cunhada em forma antiga, representa de um lado o ÔM em alto-relevo, circundado por outras inscrições sânscritas. Sendo objectivo da nossa linhagem perpetuar a autenticidade do Yôga Ancestral, assumimos um desenho do yantra ÔM reproduzido fotograficamente de um texto antigo encontrado em Rishikesh, nos Himalayas. Nenhum desenhista ocidental tocou nesse símbolo. Ele mantém-se original como a orientação do nosso Método.
Ashta quer dizer oito; anga significa parte. Então, ashtánga yantra é o símbolo em oito partes, representando as oito técnicas da prática (mudrá, pújá, mantra, pránáyáma, kriyá, ásana, yôganidrá, samyama), uma das características do nosso Método.
Se unirmos as pontas ao sinal acima, teremos um quadrado. O quadrado é a pedra bruta e representa o homem embrutecido, ainda materialista por ignorância, por desconhecimento do universo interior que está por descortinar.
O triângulo é a pedra angular e representa o homem que começou a sua caminhada através do espiritualismo.
O círculo é a pedra filosofal e representa o homem já evoluído, sem arestas, que conquistou o Conhecimento e o Poder. Por isso, não precisa mais das ferramentas, agora para ele obsoletas e até mesmo grosseiras que o espiritualismo proporciona. Tudo isso lhe foi útil numa etapa, mas agora encontra-se muito além. É como subir os degraus de uma escadaria. Cada degrau pode ter sido extremamente necessário para se galgar os seguintes, mas para continuar a subir é necessário desapegar-se dos já trilhados e prosseguir para os subsequentes.
Para o desenvolvimento comum é assim que se evolui: primeiro, o quaternário, depois, o triângulo e, só então o círculo. Contudo, há meios de acelerar a evolução, obtendo um progresso de um milhão de anos em uma década. Consiste na sublimação da fase espiritualista, convertendo o quadrado directamente no círculo.
Sublimação é o fenómeno que nos permite passar de um estado mais denso para outro mais sutil, sem passar pelo intermediário. Por exemplo, podemos ter água em estado sólido, líquido ou gasoso. Em estado sólido é gelo, em estado gasoso é vapor d'água. Se deixarmos um bloco de gelo sem refrigeração, a tendência é que ele derreta, passando ao estado líquido e, em seguida, comece evaporar, passando ao gasoso. Isso, na Física, chama-se sublimação. No nosso caso, a sublimação consiste em passar directamente do estado grosseiro, representado pelo quadrado, ao de pessoa lúcida e sensível, representada pelo círculo, sem passar pelo estado hipnótico do misticismo, representado pelo triângulo.
Simbolicamente isso é obtido através do dinamismo (rajas) imposto ao símbolo de tamas (inércia) e transmutando-o num signo giratório, o círculo. Para quem sabe ler o alfabeto de simbologia, isso é feito traçando-se linhas de força normal entre os ângulos do quadrado e, depois, recruzando-os. É o mesmo que tomar o quadrado e fazê-lo girar. Isso está representado no círculo central do ashtánga yantra. Trata-se da roda do samsára, o círculo com oito raios, também chamado de roda da evolução.
Como qualquer yantra, o ashtánga pode ser utilizado também para a sua prática de concentração ou meditação.



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